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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

OMG News: Lançada a NOVA ALIANÇA EVANGÉLICA BRASILEIRA

CONHEÇA A CARTA DE PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA ALIANÇA EVANGÉLICA

Movimento pretende ser a voz das igrejas evangélicas para sociedade. Aliança procura aprender com os erros do passado para não ter o mesmo futuro da Associação Evangélica Brasileira (AEVB).

Nessa terça-feira, 30 de novembro, na Catedral Metodista de São Paulo, aconteceu o lançamento da Aliança Cristã Evangélica do Brasil (Aceb). Com intuito de unificar a Igreja brasileira, a aliança procura aprender com os erros do passado para não ter o mesmo futuro da Associação Evangélica Brasileira (Aevb).

Valdir Steuernagel, pastor luterano, foi quem surgiu com a idéia do novo projeto e facilitou a comunicação. Juntamente com a missionária Durvalina Bezerra, o bispo Walter Mcalister e o pastor Fabrício Cunha, formam a diretoria da nova aliança. O evento tinha o intuito não só de lançar a Aceb, mas também de apresentar suas propostas a pastores e líderes.

Cerca de 70 pessoas de diferentes denominações se reuniram para entender o novo projeto. Com início às 9h, o lançamento contou com palestras a fim de informar e sanar dúvidas dos presentes. Pelo histórico da Aevb, muitos agiram com desconfiança diante das novas propostas. O pastor Valdir explica que os erros do passado servem como aprendizado e não devem ser repetidos. "Nossa intenção não é refazer, nem repor, mas sim responder às necessidades da nova geração", afirma.

Sobre a representatividade de todas as igrejas evangélicas do Brasil, o pastor Fabrício Cunha foi categórico, "quem representa todo mundo, não representa ninguém". A intenção é de unir as congregações com o mesmo objetivo, que aceitem se colocar nas regras da carta de princípios.

Quando questionados sobre a maior dificuldade que enfrentarão no projeto, todos concordaram: "nós mesmos".

O movimento ficou em gestação por cerca de um ano e meio e foi fundado oficialmente no dia 30. Os representantes perecem otimistas e destacam a importância de um desenvolvimento lento, para que seja funcional.



CONHEÇA A CARTA DE PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA ALIANÇA EVANGÉLICA


ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA

A unidade na fé a caminho da missão

Nossa Visão

Manifestar a unidade da igreja por meio do testemunho visível

de amor e serviço no evangelho de Jesus Cristo.

Nossa Missão

A Aliança Cristã Evangélica Brasileira é uma parceria de igrejas e organizações e tem como missão congregar seguidores do Senhor e Salvador Jesus Cristo como expressão da unidade da igreja.

Sob o nome de Aliança, lembramos que na história da redenção Deus é Deus de aliança. No Antigo Testamento, ele chama várias tribos para entrar em aliança com ele e constituir um povo. No Novo Testamento, pelo sacrifício do seu Filho, ele estabelece uma nova aliança, por meio da qual chama homens e mulheres de diferentes nações e raças para constituir o seu povo – único, que serve a um só Deus e tem um só Senhor, Jesus Cristo. Isso é estabelecido pela dádiva do Espírito Santo, que nos une no vínculo da paz. Em aliança manifestamos nosso desejo de que se cumpra em nossas vidas a oração de Jesus: “para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17.22).

A Aliança Cristã Evangélica Brasileira identifica-se como seguidora de Jesus Cristo, razão pela qual participa do esforço pela unidade da igreja. A serviço dessa mesma igreja, ela se sabe, também, a serviço da missão de Deus no mundo, o que se dá sob a direção da Palavra de Deus e a inspiração do Espírito Santo.

A Aliança confessa a sua fé em sintonia com o legado evangélico que tem marcado significativos setores da igreja cristã e se sabe alicerçada nos marcos da Reforma Protestante, com destaque especial para os seus postulados básicos: Sola Scriptura, Solo Christus, Sola Gratia, Sola Fide, Soli Deo Gloria.

Ela afirma seu compromisso a partir da realidade brasileira, na qual quer viver em obediência a Deus e a serviço da sua igreja.

Ela congrega denominações, igrejas, redes, associações, organizações, ministérios e movimentos que se identificam e compactuam com suas crenças, valores e princípios, como descritos neste documento.


Nossas Crenças

Afirmamos a nossa fé com toda a igreja de Jesus Cristo, conforme as palavras do Credo Apostólico:

Creio em Deus Pai, todo-poderoso, Criador do céu e da terra.

E em Jesus Cristo, seu Filho unigênito, nosso Senhor, o qual foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu da virgem Maria, padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu ao inferno, no terceiro dia ressuscitou dos mortos, subiu ao céu, e está sentado à direita de Deus Pai, todo-poderoso, de onde virá para julgar os vivos e os mortos.

Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Cristã, a comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição do corpo e na vida eterna. Amém.

Afirmamos a nossa fé bíblica com a comunidade evangélica histórica e global, para o que destacamos as seguintes marcas:

1. Como seguidores de Jesus Cristo, confessamos nossa fé no Deus vivo, revelado por meio das Escrituras como o Deus trino: Pai, Filho e Espírito Santo. Adoramos e servimos a Deus Pai, como criador e sustentador de céus e terra; a Jesus Cristo, como Senhor e Salvador, que busca a reconciliação de todo o universo com ele mesmo; e ao Espírito Santo, como o consolador, intercessor e mantenedor da nossa fé, que nos capacita para servir a Deus no mundo.

2. A Bíblia como Palavra de Deus, diretriz da nossa fé e disciplina das nossas práticas, que registra a revelação divina para a redenção da totalidade da criação.

3.Todos os seres humanos são formados à imagem de Deus para amá-lo, adorá-lo e servi-lo. Em decorrência da queda humana, causada pela rebelião contra o Criador, porém, a realidade do mal e do pecado nos separa de Deus e se instala, com todas as suas funestas consequências, em todas as áreas do relacionamento humano, bem como em todo o mundo criado por Deus.

4. Jesus de Nazaré, o Cristo, é o único mediador entre Deus e os homens e mulheres. A sua encarnação é o nosso modelo de vida e missão. O seu sacrifício na cruz é a expiação dos nossos pecados e a expressão da sua graça redentora. A sua ressurreição é o anúncio de vida nova e a esperança de novos céus e nova terra.

5. A igreja como um sinal visível do Reino de Deus é formada pelos que acolheram o evangelho e assim constituem o corpo comunitário de Cristo, o qual, sob a marca da Palavra e do Espírito, está comprometido com a vivência testemunhal ativa da unidade e missão de Deus no mundo.

6. O anúncio da missão redentora e restauradora de Deus no mundo, com o qual nos comprometemos, se concretiza por meio do compromisso de vida, da palavra anunciada, da voz profética, da ação de fé realizada e do sinal milagroso de Deus entre nós. Missão que é confiada por Deus à igreja e que se realiza a cada geração e em todos os lugares deste mundo criado por Deus, sempre no poder do Espírito Santo.

7. A esperança na volta de Cristo, quando ressuscitará os mortos e trará salvação eterna e julgamento final, estabelecendo novos céus e nova terra, onde habita a justiça, conforme a promessa da sua própria Palavra.

Nossos Valores

Buscamos viver a nossa fé segundo os valores encontrados nas Escrituras e que a fé cristã tem afirmado e vivido no decorrer da história. Estes valores anseiam ser uma expressão dos valores do Reino de Deus, na unidade do Espírito, e assim devem ser vividos.

*

A fé, a esperança e o amor, sendo que o maior deles é o amor, como diz o apóstolo Paulo. Buscamos o amor que se inspira no amor de Deus, a esperança que se nutre da promessa de vida a nós dada por Jesus e a vivência de uma fé que é sempre dom de Deus.

*

A verdade que liberta. Cremos na verdade que Jesus nos trouxe na sua vida e por meio dela, e que produz liberdade e libertação de todos os mecanismos de opressão, violentação, mentira e morte.

*

A construção da comunidade. A fé cristã tem uma vocação comunitária e sempre se expressa em igreja – a comunidade de fé. A igreja é comunidade missionária e, como tal, é comunidade que acolhe e busca o outro, especialmente o marginalizado – a criança, o pobre e o oprimido.

*

A prática da oração em sinal de dependência de Deus. Convidados e desafiados pelo Evangelho, praticamos a oração uns pelos outros, bem como a intercessão por todos, especialmente pelas autoridades dos lugares onde exercemos ministério.

*

A afirmação da vida. Afirmamos a vida como sendo uma preciosa e amorosa criação de Deus. Ela deve ser valorizada, preservada e nutrida em todos os seus momentos, tempos, expressões e lugares.

*

O compromisso com a criação. Afirmamos a criação como uma dádiva de Deus para nela o ser humano construir a vida em comunidade, com responsabilidade ambiental e em adoração ao próprio Deus.

*

A prática do perdão. Inspirados na realidade do perdão de Deus, buscamos praticá-lo no decorrer da vida.

*

A valorização da diversidade, assim como da igualdade. Deus nos criou como homens e mulheres. Criou-nos iguais na nossa humanidade e diversos na expressão desta. Somos fruto da sabedoria e do amor criativos de Deus e rejeitamos práticas e expressões de preconceito, discriminação e intolerância.

*

A busca da paz com justiça. Cremos na realidade, possibilidade e necessidade da paz em todos os níveis da vida humana, na consciência de que tal paz só ocorre acompanhada da justiça. Paz e justiça são irmãs gêmeas.

*

O compromisso com uma ética individual e coletiva. A fé e a vida formam uma unidade indivisível: uma não pode existir sem a outra. A fé em Cristo precisa seguir a Cristo na construção de uma vida individual e coletiva marcada pelo compromisso com uma ética de amor, justiça, verdade e integridade.

Nossos Princípios

Cremos que o seguimento a Jesus Cristo, a vivência da fé na comunidade dos crentes e o serviço a Deus no contexto brasileiro e a partir dele nos convidam e convocam a pautar a nossa vivência de acordo com os princípios que enumeramos a seguir. Comprometidos com estes princípios, nos percebemos, não como aqueles que já os alcançaram, mas como aqueles que estão a caminho.

*

Amamos porque Deus nos amou primeiro. Na consciência do amor de Deus, que nos acolhe e recebe, pautamos a nossa ação inspirados nesse amor.

*

A verdade é vivida em amor. Reconhecendo a Jesus como a verdade, cremos que o seu amor deve pautar a busca e a afirmação da verdade.

*

Buscamos a construção da confiança e da unidade. A fé em Cristo produz confiança em Deus e no próximo, e essa confiança é vivida e testada na comunidade de fé que busca a unidade.

*

Cidadania e serviço – a nossa fé, inspirada no modelo de Jesus, nos ensina a priorizar o bem do outro, servi-lo com amor e zelar pelo exercício de uma cidadania marcada pela justiça, pelo amor e pela verdade, sempre que isto não implique manifestação de apoio político-partidária nem apoio a uma candidatura para cargo político eletivo.

*

Horizontalidade nos processos decisórios. A fé cristã valoriza a comunidade e afirma o princípio do serviço e da igualdade humana.

*

Transparência que gera credibilidade. Cremos que a verdade do Evangelho produz confiança e esta gera transparência marcada pela verdade, pela confissão e pelo perdão.

*

Liberdade com responsabilidade. Advogamos um estado laico, no qual se observa a liberdade religiosa e o direito ao culto. Liberdade essa que afirma a construção de toda a sociedade e nega direitos a grupos e setores particulares com exclusão de outros.



Nossos Objetivos

A Aliança Cristã Evangélica Brasileira tem por finalidade:

1.Testemunhar a unidade do Corpo de Cristo, mediante o estabelecimento e desenvolvimento de relações fraternais entre os cristãos evangélicos brasileiros e organizações afins, identificados com os objetivos da Aliança Evangélica, sua Carta de Princípios e Diretrizes.

2.Testemunhar a unidade do Corpo de Cristo, como Aliança, perante outras expressões cristãs presentes em nosso contexto e áreas de ministério.

3.Servir de espaço de relacionamento para troca de experiências entre cristãos evangélicos, participantes de igrejas, organizações de serviços, redes ministeriais e entidades afins.

4.Exercer um papel de informação e comunicação entre os participantes da Aliança e entre estes e a sociedade brasileira.

5.Potencializar ações e facilitar parcerias em áreas da vida da igreja, tais como evangelização e ação social, ação pastoral, reflexão teológica, diaconia, direitos humanos, capelanias, ações missionárias e de intercessão, entre outras iniciativas e atuações relevantes à igreja de Cristo, sempre respeitando a diversidade denominacional e a autonomia de seus membros.

6.Posicionar-se sobre questões relevantes para os filiados da Aliança e manifestar-se oportunamente sobre seus posicionamentos mediante anuência do Conselho Geral.

Nossa Filiação

*Podem ser filiados à Aliança, com direito a voz e voto, organizações evangélicas, tais como igrejas, denominações, agências, organizações e movimentos que subscrevam a sua Carta de Princípios e Diretrizes.

*Podem ser recebidas como filiadas da Aliança, com direito a voz, pessoas físicas que subscrevam a sua Carta de Princípios e Diretrizes, desejosas de contribuir e participar da vida da Aliança.

Este item ainda necessita maior maturação. Queremos ter as portas abertas para a filiação de pessoas, mas insistimos que “voz e voto” devem ser uma prerrogativa das instituições filiadas à Aliança, às quais as pessoas seriam, em princípio, filiadas e portanto nelas representadas.

Nosso Funcionamento

1.A Aliança realizará o Fórum de Filiados a cada três anos pelo menos ou sempre que o Conselho Geral o convocar.

2.O Fórum de Filiados da Aliança escolherá um Conselho Geral, que se reunirá anualmente, composto por 15 membros, que deliberará sobre os interesses da Aliança no período entre a realização dos referidos fóruns.

3.Assim que for constituído e sempre que for reformulado, o Conselho Geral escolherá um Grupo Coordenador, composto de 5 membros dentre os seus integrantes.

4.O Grupo Coordenador escolherá entre seus pares um Coordenador e dois Vice-Coordenadores.

5.O Grupo Coordenador contratará um Coordenador Executivo.

6.O Conselho Geral será renovado a cada três anos em, pelo menos, um terço dos seus membros.

7.Os membros do Conselho Geral que vierem a concorrer a eleição político-partidária serão automaticamente desligados do Conselho.

8.Os membros do Conselho Geral têm livre acesso a todas as reuniões, foros e organismos da Aliança.

9.A Aliança nomeará embaixadores que se identifiquem inteiramente com os seus valores, princípios e propósitos, para trabalharem no sentido de propagá-los. A nomeação será feita pelo Conselho Geral e terá duração de 3 (três) anos. A nomeação poderá ser renovada ou suspensa por justificado motivo.

10.Compete ao Conselho Geral indicar Grupos de Trabalho que serão constituídos conforme os objetivos da Aliança.

Compete ao Conselho Geral

1.Convocar o Fórum de Filiados da Aliança, por meio do Grupo Coordenador.

2.Conduzir o processo de aceitação de novos filiados.

3.Conduzir o processo de desligamento de determinado filiado.

4.Comunicar aos filiados da Aliança sobre suas decisões e estimular a participação destes.

5.Escolher o Grupo Coordenador da Aliança, constituído de 5 membros, dentre os integrantes do Conselho Geral.

6.Nomear os Embaixadores da Aliança.

7.Nomear representantes regionais ou estaduais da Aliança.

8.Apresentar relatórios financeiros e de atividades.

9.Conduzir o processo que resultará na formação dos grupos de trabalho.

Compete ao Grupo Coordenador

1.Operacionalizar as deliberações do Conselho Geral.

2.Representar a Aliança em todos os foros que se fizerem necessários, podendo para isso convidar outro membro do Conselho Geral ou designar o Coordenador Executivo para que o faça.

3.Contratar o Coordenador Executivo, bem como acompanhar e supervisionar o seu trabalho.

4.Elaborar, junto com o Coordenador Executivo, o Plano de Trabalho Anual.

5.Responsabilizar-se pelas comunicações e manifestação de declarações da Aliança por meio de toda e qualquer mídia, seja interna ou externa. A Aliança se manifestará por meio dos seus órgãos constituídos e em acordo com os seus objetivos, observando os princípios da neutralidade político-partidária.

Compete ao Coordenador Executivo

1.Gerenciar e responder pela tesouraria e contabilidade.

2.Implementar o plano de trabalho anual do Conselho Geral.

3.Junto com o Conselho Geral, formular, coordenar e acompanhar os grupos de trabalho responsáveis pela execução do plano anual de atividades.

4.Manter uma rede de coordenadores regionais ou estaduais.

5.Representar a Aliança em reuniões e eventos do interesse desta.

Das Receitas e Despesas

A receita da Aliança será constituída pela taxa anual, estabelecida pelo Conselho Geral, de seus Filiados e por doações voluntárias, desde que tais recursos não tenham origem em atividades ilegais nem em qualquer tipo de jogo.

Toda a receita será aplicada única e exclusivamente na consecução dos objetivos e finalidades da Aliança.

Da Alteração da Carta de Princípios e Diretrizes

A Carta de Princípios e Diretrizes da Aliança poderá ser alterada no Fórum de Filiados mediante a aprovação de maioria simples.

Informações Mayra Bondança - Creio / Aliancaevangelica.org.br



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

OMG News: O lado "negro" do aborto - a industria do aborto

Veja a tabela de preços no mercado.


Amostra Não-Processada (> 8 semanas) - US$ 70
Amostra Não-Processada (< 8 semanas) - US$ 50
Fígados (< 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 150
Fígados (> 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 125
Baços (< 8 semanas) - US$ 75
Baços (> 8 semanas) - US$ 50
Pâncreas (< 8 semanas) - US$ 100
Pâncreas (> 8 semanas) - US$ 75
Timo (< 8 semanas) - US$ 100
Timo (> 8 semanas) - US$ 75
Intestinos e Mesentérios - US$ 50
Mesentério (< 8 semanas) - US$ 125
Mesentério (> 8 semanas) - US$ 100
Rim (< 8 semanas) com / sem adrenal - US$ 125
Rim (> 8 semanas) com / sem adrenal - US$ 100
Membros (pelo menos 2) - US$ 125
Cérebro (< 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 999
Cérebro (> 8 semanas) - 30% de desconto, se significativamente fragmentados - US$ 150
Hipófise (> 8 semanas) - US$ 300
Medula Óssea (< 8 semanas) - US$ 350
Medula Óssea (> 8 semanas) - US$ 250
Ouvidos (< 8 semanas) - US$ 75 Olhos (> 8 semanas) - 40% de desconto para um único olho - US$ 75
Olhos (< 8 semanas) - 40% de desconto para um único olho - US$ 50
Pele (> 12 semanas) - US$ 100
Pulmões e Bloco Cardíaco - US$ 150
Cadáver Embriônico Intacto (< 8 semanas) - US$ 400
Cadáver Embriônico Intacto (> 8 semanas) - US$ 600
Crânio Intacto - US$ 125
Tronco Intacto com / sem membros - US$ 500
Gônadas - US$ 550
Sangue de Cordão
Congelamento Instantâneo em Luz - US$ 125
Coluna Vertebral - US$ 150
Medula Espinhal - US$ 35
Preços Válidos até 31 de dezembro de 1999”
O livro também denuncia como são dilacerados esses bebês para que se obtenha a melhor amostra possível, uma das colheiteiras fetais revela: “Enojada com o processo, a técnica disse que houve muitos desses nascimentos vivos. Os médicos simplesmente quebravam seus pescoços delgados ou matavam os fetos batendo neles com pinças de metal. Em alguns casos, revelou a técnica, começavam uma dissecação cortando para abrir o tórax, supondo que o bebê já estivesse morto, somente para descobrir que o coração ainda estava batendo. Ela acrescentou que a maneira como os abortos eram realizados tinha sido alterado, isto é, feito mais deliberadamente e lentamente, para garantir que tirasse o bebê antes de ele morrer. Quando o ritmo dos abortos aumentava, os bebês tirados vivos às vezes tinham suas partes removidas antes de estarem mortos”.
Outro depoimento, da enfermeira Brenda Shafer, descreve: “Fiquei de pé ao lado do médico e o assisti realizar o aborto de um nascimento parcial em uma mulher que estava grávida de seis meses. O batimento cardíaco do bebê era claramente visível na tela do ultra-som. O médico fez o parto do corpo e braços do bebê, tudo exceto sua cabecinha. O corpo do bebê se mexia. Os dedinhos estavam apertados. Estava chutando com os pés. O médico pegou um par de tesouras e as inseriu no dorso da cabeça do bebê e o braço do bebê sacudiu num recuo, uma reação de sobressalto, como um bebê faz quando acha que pode cair. Então, o médico abriu as tesouras. Depois, introduziu o tubo de aspiração em alta potência dentro do buraco e aspirou para fora o cérebro do bebê. Então, o bebê estava inteiramente flácido. Nunca mais voltei à clínica. Mas o rosto daquele menininho ainda me assombra. Era o rosto angelical mais perfeito que já vi”.


Há uma previsão de que esse mercado vale mais de um bilhão de dólares por ano, muitas mulheres consentem em realizar um aborto cada vez mais tardio para ganhar mais dinheiro com a dilaceração do próprio filho fornecido para este mercado de carnificina.
A denúncia de Andrew Goliszek é recente e, antes, no livro “Bebês para Queimar. A indústria de abortos na Inglaterra”, os jornalistas autônomos Michael Litchfield e Susan Kentish, no final da década de setenta, publicaram no capítulo “Bebês para fábricas de sabão”, a revelação de um médico sobre o comércio de bebês, pois: “As pessoas que moram nas vizinhanças da minha clínica têm se queixado do cheiro de carne humana queimada. O cheiro sai do incinerador. Não é propriamente um cheiro agradável. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a última guerra. Não sei como eles podem saber o cheiro de um campo de extermínio nazista, mas não quero discutir o fato. Portanto, estou sempre procurando maneira de me livrar dos fetos sem precisar queimá-los”. A Lei do Aborto na Inglaterra permite-o até as 28 semanas e exige que as clínicas queimem o feto abortado em incineradores, logo, eles podem ter uma idade maior do que a prevista em lei no momento do assassinato, ou mesmo serem vendidos e utilizados para fins lucrativos, porque não há como saber quando foram trucidados, visto que estariam supostamente queimados, o médico abortista inglês continua o seu relato: “Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados e vivem ainda um pouco, antes de serem eliminados. Uma manhã havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Não tive tempo de matá-los ali na hora, porque tinha muito o que fazer. Era uma pena jogá-los no incinerador, porque eles tinham muita gordura animal que poderia ser comercializada”. No capítulo “Os dilaceradores de bebês”, do mesmo livro, ao avaliar o cenário internacional, os jornalistas ingleses publicam o testemunho de um médico norte-americano abortista, Dr. Ridley, que aponta: “O ‘racket’ do aborto tardio divide-se em duas partes. Uma consiste em fazer o aborto na fase final da gravidez, mas conservar a criança viva, embora a mãe pense que ela morreu. Mais tarde, a criança será vendida para adoção e nós ficamos com o lucro. Algumas crianças são mandadas para serem adotadas na Inglaterra. Neste país há falta de recém-nascidos para adoção, por causa da Lei do Aborto. A outra parte vende os fetos para experiências. As crianças estão oficialmente mortas. Porém são mantidas vivas, mas não são registradas oficialmente como tendo nascido. Portanto, podem ser empregadas em toda espécie de experiências. Algumas delas vivem por mais de um ano sem terem nascido oficialmente. Algumas são usadas para testes de curas de doenças como o câncer, a leucemia e em cirurgia de transplante”.
O jornal francês “Le Figaro” publicou em 27 de dezembro de 2006 sobre o aumento no tráfico humano: http://www.genethique.org/revues/revues/2006/decembre/20061227.2.asp: “Tráfico Humano: negócio lucrativo” e constata a escravidão dos novos tempos: “Na Albânia, crianças são abandonadas ou concebidas para serem vendidas mais tarde. Um relatório secreto compilado pela embaixada grega em Tirana revela que ‘elas são assassinadas para venderem seus órgãos’. Certas pessoas apóiam este trafico, até pedindo para que seja legalizado, como um cardiologista de Atenas. De acordo com ele, ‘ não entende porque as pessoas mais pobres não deveriam fornecer para as necessidades dos mais ricos’. O artigo também cita casos de pais que vendem seus filhos a famílias ‘que não conseguem ter filhos’. Na Grécia, onde a adoção privada é legal, mães de aluguel têm sido presas”.
Totalmente inocente e sem possibilidades de se defender, o feto ainda sente a dor de cada parte de seu corpo trucidado: junte todos os abortos legalizados da Europa, com os dos EUA, Japão, China, Índia e demais países, imagine, depois, o grito, sob a cortina do ventre da própria mãe, que geme diante do oceano vermelho de sangue inocente que banha o planeta. Existirá um grupo de excluídos da sociedade melhor representado do que aqueles que tiveram sua vida suprimida na barriga de sua mãe, com o consentimento dela e, muitas vezes, do pai, ou seja, daqueles que o geraram? Não há maior exclusão do que aquela provocada pelo aborto: aversão da mãe, do pai, de médicos, enfermeiros e técnicos co-responsáveis; exclusão da sociedade que financia, pelos impostos, o crime nos centros de saúde públicos; ódio de todos aqueles que lutam pela ideologia da liberdade de escolha de matar a qualquer custo e não medem as conseqüências catastróficas que essas idéias implicam. A partir dessa exclusão, surge ainda o mercado dos que lucram vendendo o próprio filho, ou gerando-o até um certo momento em que ele lhe dará uma recompensa maior por cada parte do corpo processada. A diminuição da dignidade da vida desde a concepção, vista como mero objeto, reduzem o valor inestimável do ser humano ao que, simplesmente, o dinheiro pode pagar.